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NISTO CREMOS.
 
 

A Congregação (Kehilat Israeli)

Cremos ser a Kehilah um corpo composto de israelitas naturais, que abraçaram a Nova Aliança do Eterno e a Yeshua, e de gentios, que se converteram e renunciaram a seus deuses e religiões, unindo-se ao D-us de Israel e ao Seu povo, tornando-se membros da família de D-us e tendo por cabeça o Mashiach prometido, Yeshua; Jesus, o Messias. Ao mesmo tempo, é a Comunidade de Israel, ou seja, um povo que cultiva tradições e liturgia da Congregação judia do primeiro século. Sua missão é pregar as Boas Novas a respeito do Mashiach Yeshua, da Nova Aliança e das promessas feitas a nosso pai Abraão; da vinda do Mashiach para ocupar o trono de Davi em Jerusalém (terrena), no reinado milenar de transição na Terra e implantar o Reino Eterno, o mundo vindouro (Olam Habah).

A Kehilah, a exemplo de Judá no tempo do cativeiro babilônico, se descaracterizou pela apostasia e a mescla com os costumes e práticas religiosas pagãs, que começou logo após a morte dos apóstolos e teve seu ápice na união com Constantino, no IV século (E.C.). Felizmente, graças a um remanescente guardado por D-us, tem ultimamente resgatado suas raízes de noiva judia do primeiro século e restaurado a liturgia, a forma de adoração e as tradições de nosso povo Israel, que aceitou a Nova Aliança. Judá teve que fazer um grande concerto com o Eterno para que Esdras e Neemias pudessem restaurar o culto. Por isso, estamos nos distanciando do protestantismo, que de certa forma nos serviu de referência por algum tempo; estamos nos sentindo mais próximos de nossas raízes, nos sentindo realmente israelitas e percebendo que Yeshua, Jesus, que é judeu, hoje já pode descobrir a face de Sua noiva e a reconhecer.

A Nova Terra

Ao se cumprirem os mil anos de Reinado Messiânico, Satanás será solto de sua prisão e sairá a enganar as nações que estão sobre a Terra para uma batalha definitiva contra Yeshua HaMashiach, o Messias Jesus e Seu trono na Jerusalém terrena. Fogo de D-us descerá do céu e os consumirá. Os ímpios ressuscitados serão julgados no Juízo Final e lançados no Lago de Fogo para a segunda morte. A própria morte então será destruída. Por fim, a Terra fica totalmente purificada e a santa Jerusalém desce dos céus (Apoc.20 e 21). Aí começa o mundo vindouro!

Arrependimento e Remissão

Cremos na necessidade do arrependimento de pecados, de total submissão e obediência a D-us mediante o reconhecimento da Nova Aliança e a aceitação de Yeshua como o Mashiach e Salvador de israelitas e gentios, para a obtenção do perdão e purificação de todos os pecados.

Tevilah (Imersão em águas ou Batismo)

Realizada por imersão, em nome de Yeshua HaMashiach (Jesus o Messias e Filho de D-us), nos assegura a condição de participantes da Nova Aliança celebrada com Seu Povo Israel e o ingresso na Oliveira (Israel) de gentios convertidos, que deixam de ser estrangeiros. Por esta Tevilah, alcançamos a completa remissão dos pecados. Simboliza morte, sepultamento e ressurreição com o Mashiach (At 2:38; Rm 6:3-6).

Revestimento com os dons de Ruach HaKodesh, o Espírito Santo

Após a imposição de mãos dos líderes congregacionais o discípulo poderá receber qualquer um ou mais de um dos nove dons espirituais, que poderão se manifestar no momento ou posteriormente, dependendo da vontade de HaShem. Nem todo o discípulo "batizado" com o Espírito Santo, tem necessariamente que falar em línguas. Pode receber qualquer um dos dons e está "batizado" com o dom recebido (Atos 19:6; I Cor. 12:4-11, 28-30; 14:26, 27, 39, 40).

A concessão de Ruach HaKodesh, iniciada em Shavuot (Pentecostes) cumpre plenamente a profecia de Joel 2:28, 29 e além de conceder poder e autoridade aos apóstolos e discípulos para expandir a mensagem, possibilitou a internalização da Torah (Lei) nos israelitas da Nova Aliança, de modo a que cumprissem com mais dedicação com os mandamentos do Eterno (Jr. 31:31-34; Ez 36:26, 27).

Dons Espirituais

Cremos nos nove dons mencionados por Shaul HaShaliach (Paulo, o apóstolo dos gentios), que são distribuídos na Kehilah e manifestos segundo a vontade de D-us em tempos oportunos e necessários (1 Cor. cap. 12 e 14).

Santificação pelo cumprimento das Mitzvot (os mandamentos)

Revestidos de Ruach HaKodesh, tornou-se muito mais prático a possibilidade do cumprimento dos mandamentos da Torah (Rm 8:4) para a nossa santificação (ou separação dos demais povos), sem a qual ninguém verá o Senhor. Portanto, os mandamentos nos santificam, atraem bênçãos de HaShem, conforme Deuteronômio 28 e não funcionam como obras para a salvação.

Tsniut (modéstia)

No tocante às vestimenta e outros usos, tanto homens quanto mulheres devem ser recatos. Segundo Yeshua devemos ser luz e nossa justiça deve exceder a dos mais zelosos fariseus. Devemos nos vestir com modéstia e termos cuidados com o que pode nos conduzir ao campo da sensualidade, principalmente no que tange as vestes e adornos femininos. Pinturas faciais, esmaltes, roupas justas, transparentes e decotadas tendem a atrair o sexo oposto, sendo, portanto, impróprias para israelitas. A torah recomenda não haver trajes masculinos em mulheres e vice-versa e isto deve ser observado. Correntes do judaísmo mais ortodoxo zelam na observância destas orientações.

"A indústria de marketing não esconde: uma propaganda eficaz, seja ela para vender automóveis ou margarina, deve exibir um corpo humano. O corpo tornou-se um objeto. Quem o expõe, cai nesta onda. É como afirmar que somos um objeto, e por isso estamos exibindo-o. Temos de ser apreciados pelo que somos. Quando nos vestimos com recato, estamos dizendo: "Não, não quero ser visto superficialmente, apenas como um corpo. Por isso, cubro-o. Não é isto que deve ser levado em conta. Quero ser visto por dentro. É isso que sou de verdade!"

O judaísmo sustenta que a maneira pela qual nos vestimos possui relação direta com a forma de agir e o que pensamos de nós mesmos. O judeu deve ser uma pessoa íntegra expressa também através de suas vestes, que será o reflexo de sua essência e vice-versa. Alguém que se veste modestamente, por exemplo, deve agir da mesma maneira, com descrição e decência.

Por fim, devemos nos lembrar que somos "Bnei Melachim" - filhos do Rei. Assim como príncipes e princesas, devemos nos vestir de maneira bela, porém honrosa e respeitosa.

A Torá é nosso "book". Esta é a nossa moda, que nunca sai de moda! " (www.chabad.org.br)

Ceia Anual e Pessach em Nisan

A Ceia é celebrada após o dia 13, no início do dia 14. Nesta data, inclusive, celebramos o lava-pés, conforme as instruções de Yeshua. Na ocasião, comemoramos uma das mais importantes festas de HaShem, o Pessach, que relembra o "salto" ou livramento do anjo da morte no Egito e a saída de nosso povo do cativeiro.

Cremos em Yeshua HaMashiach (Jesus, o Messias)

O Verbo que se fez carne, tornando-se totalmente humano para submeter-se à morte e ressuscitar para nos dar vida eterna. Ele é o único Filho unigênito de D-us, e é o Messias de quem falaram os santos profetas. Nos dias de Sua carne foi tentado, todavia nunca pecou, tornando-se advogado e mediador entre D-us e o homem.

Cremos em um D-us, o Pai, o Deus de Israel

Eterno; Ser pessoal de inteligência suprema, conhecimento, amor, justiça, poder e autoridade. Ele é o único D-us (echad).

Cremos nas Sagradas Escrituras (Tanach)

Composto de 39 livros, divididos em: Torah (Lei do ETERNO ou Pentateuco), Neviim (Livros dos Profetas) e Ketuvim (Demais escritores).

Cremos nos escritos da Brit Chadashah (Ketuvim Netsarim)

Compêndio de 27 livros que relatam a história da vida e obra do nosso Mestre Yeshua e dos primeiros anos da Kehilah por Ele instituída. Este compêndio nos traz ainda um conjunto de cartas de caráter doutrinário que serve como referencial para a Kehilah de nossos dias.

Cremos que o Ruach HaKodesh (Espírito Santo)

É o próprio D-us (não é uma outra pessoa ou terceira pessoa), atuando como poder ou força de D-us na conversão do pecador e na orientação da Kehilah e da liderança congregacional em toda a verdade e entendimento das Escrituras.

Cremos que o homem

Foi criado perfeito e foi coroado de glória, sendo constituído por D-us, senhor e dominador de toda a criação. Tendo pecado por opção, trouxe a morte e a escravidão a toda a humanidade.

Imortalidade Condicional

O homem é mortal (perdeu o acesso à árvore da vida no Éden) e só poderá viver eternamente se aceitar o sacrifício do Mashiach Yeshua (Jesus, o Messias). Na morte, dorme inconsciente no pó da terra. Só reviverá na primeira ressurreição (Apoc. 20:4-6) para a vida eterna na vinda do Mashiach Yeshua ou para juízo, na segunda ressurreição, após os dias do Messias, o Milênio.

Imposição de Mãos

Após a Tevilah (batismo), o filho de Israel recebe a imposição de mãos do ministério, para que lhe seja concedido o dom do Ruach Ha Kodesh (Espírito Santo) (Atos 2:38, 39; 8:14-17).

Justificação pela Fé

O preço do perdão dos israelitas naturais que abraçaram a Nova Aliança e a salvação dos gentios foi totalmente quitado por Yeshua HaMashiach, em Sua morte, por um único e cabal sacrifício. Nossas obras de obediência à Torah representam o fruto de nossa fé. Ninguém pode ser salvo por obediência ou esforço próprio (Efés. 2:8; Rom. 5:1; 1:7). A obediência nos aperfeiçoa e nos trazem as bênçãos do Eterno. Nossas obras de obediência nos santificam, nos separam dos demais povos (gentios) que não servem a HaShem.

Lei Alimentar (Kashrut)

Nos abstemos de comidas impróprias e do uso das carnes de animais considerados imundos, conforme preceito da Torah em Levítico 11 e Deut 14.

Na Torah (Lei de D-us)

Cremos no cumprimento das 613 Mitzvot (mandamentos) da Lei de D-us, o que inclui os dez mandamentos, observando-se conforme os ajustes da Nova Aliança. Estão em vigor e escritos em nossos corações, conforme Jeremias 31:312-33 e Rm 3:31.

Morte de Yeshua (Jesus) na quarta-feira

Cremos que Yeshua HaMashiach, após Sua morte passou três dias e três noites no seio da terra, ressuscitando no final ou pôr-do-sol do sábado (Mateus 12:40; 28:1-6).

Reino Milenar Messiânico (Yemei Mashiach)

Cremos que na vinda do Mashiach Yeshua (Messias Jesus) os santos mortos ressuscitarão e os santos que estiverem vivos, serão transformados recebendo imortalidade, e juntos recepcionarão o Senhor que será entronizado em Seu trono messiânico em Jerusalém, assumindo o governo da terra. Os santos serão reis e sacerdotes e juntamente com o Mashiach Yeshua governarão as nações. Estas nações têm origem no restante ou sobreviventes da chamada "Batalha do Armagedom". O remanescente de Israel e os demais sobreviventes servirão ao Senhor na condição de humanos. O Milênio é literal, sendo um período de transição da Terra, do estado atual ao paradisíaco do Éden, o Olam Habah (mundo vindouro). (I Tess.4:15-17; Jer. 23:5; Lucas 1:31-33; Apoc. 5:10; 20:1-6).

Restauração de Israel

Como nação, parte dos israeliats, os israelitas (alguns) que não abraçaram a Nova Aliança e o Mashiach Yeshua, foram endurecidos nos dias do primeiro século E.C., abrindo-se então espaço para o ingresso dos gentios convertidos, na Kehilah, na Comunidade de Israel (Ef 2:11-22). Muitos israelitas ao ouvir o testemunho de Elias (pela Kehilah) em nossos dias têm crido, mas, será ao completar a plenitude dos gentios, mais propriamente na vinda do Mashiach, é que o restante de Israel reconhecerá a Yeshua como o seu Messias. O retorno de 1948 confirma as profecias (Romanos 11; Zac.12:10).

Sábado (Shabat)

Sinal entre D-us e Seu povo, observado de pôr a pôr-do-sol, nos identifica como povo de Israel e com o D-us Criador do céu e da terra. Também é uma referência aos gentios que abraçam ao Eterno por D-us, Sua aliança e Seu povo, Israel, por povo (Is 56:1-8). Foi observado pela Kehilah dos dias apostólicos (Êxodo 31:17; Ezeq. 20:12,20; Lucas 23:54-56).

Véu

Cremos no uso do véu pelas santas mulheres durante os serviços de adoração, como sinal de sua sujeição ao varão, conforme as instruções de Shaul HaShaliach (1 Cor. 11:1-16).

OBS.: Estamos num processo contínuo de teshuvah (retorno às nossas raízes israelitas - da Congregação Israelita do primeiro século), o que significa que esta lista de itens poderá ser ampliada. Por isso, visite sempre esta página!

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